CAMPO DE SÃO FRANCISCO * PONTA DELGADA - SÃO MIGUEL - AÇORES *

29
Jun 12

 

 

PÁGINA LITÚRGICA

ANO LITÚRGICA B

ANO II - Semana de 30/06/2012 a 06/07/2012

DOMINGO XIII DO TEMPO COMUM

 

LEITURA I - Sab 1, 13-15; 2, 23-24

Leitura do Livro da Sabedoria

Não foi Deus quem fez a morte, nem Ele Se alegra com a perdição dos vivos. Pela criação deu o ser a todas as coisas, e o que nasce no mundo destina-se ao bem. Em nada existe o veneno que mata, nem o poder da morte reina sobre a terra, porque a justiça é imortal. Deus criou o homem para ser incorruptível e fê-lo à imagem da sua própria natureza. Foi pela inveja do Diabo que a morte entrou no mundo, e experimentam-na aqueles que lhe pertencem.

Palavra do Senhor.

 

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 29 (30), 2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a)

Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

 

LEITURA II - 2 Cor 8, 7.9.13-15

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios

Irmãos: Já que sobressaís em tudo – na fé, na eloquência, na ciência, em toda a espécie de atenções e na caridade que vos ensinámos – deveis também sobressair nesta obra de generosidade. Conheceis a generosidade de Nosso Senhor Jesus Cristo: Ele, que era rico, fez-Se pobre por vossa causa, para vos enriquecer pela sua pobreza. Não se trata de vos sobrecarregar para aliviar os outros, mas sim de procurar a igualdade. Nas circunstâncias presentes, aliviai com a vossa abundância a sua indigência para que um dia eles aliviem a vossa indigência com a sua abundância. E assim haverá igualdade, como está escrito: «A quem tinha colhido muito não sobrou e a quem tinha colhido pouco não faltou».

Palavra do Senhor.

 

EVANGELHO(Forma breve) - Mc 5, 21-24.35b-43

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado de barco para a outra margem do lago, reuniu-se uma grande multidão à sua volta, e Ele deteve-Se à beira-mar. Chegou então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Ao ver Jesus, caiu a seus pés e suplicou-Lhe com insistência: «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus foi com ele, seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. Entretanto, vieram dizer da casa do chefe da sinagoga: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Mas Jesus, ouvindo estas palavras, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; basta que tenhas fé». E não deixou que ninguém O acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, Jesus encontrou grande alvoroço, com gente que chorava e gritava. Ao entrar, perguntou-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Jesus, depois de os ter mandado sair a todos, levando consigo apenas o pai da menina e os que vinham com Ele, entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: «Talita Kum», que significa: «Menina, Eu te ordeno: Levanta-te». Ela ergueu-se imediatamente e começou a andar, pois já tinha doze anos. Ficaram todos muito maravilhados. Jesus recomendou-lhes insistentemente que ninguém soubesse do caso e mandou dar de comer à menina.

Palavra da salvação.

 

 

Transcrição da carta do Sr. Bispo ao nosso Pároco Pe. Duarte Melo, por ocasião da comemoração das suas Bodas de Prata

 

Ponta Delgada, 28 de Junho de 2012

 

Bodas de Prata Sacerdotais

do Pe. Duarte Melo

 

            Associo-me de boa mente à comemoração das Bodas de Prata Sacerdotais do Pe. Duarte Melo, exprimindo, em meu nome pessoal e em nome da Diocese, todo o reconhecimento pelo seu ministério sacerdotal, ao longo destes vinte e cinco anos, ao serviço desta Igreja Particular nos Açores.

         “Comemorar” é “fazer memória”.

         E “fazer memória”, biblicamente, consiste, não apenas em recordar acontecimentos passados, mas em trazer para o presente os valores que marcaram o passado, dão sentido ao presente e garantem o futuro.

         Ser sacerdote é colocar a própria vida, totalmente, ao serviço da comunidade, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo, não para ser servido, mas para servir e dar a vida, para que todos tenham a vida com abundância.

         Foi o que fez o Pe. Duarte Melo, ao longo destes vinte e cinco anos de ministério sacerdotal, ao serviço da evangelização e da promoção social e cultural das pessoas.

         É de todos conhecido o seu zelo apostólico, procurando colocar a mensagem evangélica ao serviço da humanização da vida em sociedade, tanto na vertente social, como cultural.

         Todos sabemos que o grande desafio da Igreja hoje é transmitir a fé às novas gerações e empenhar-se pela justiça social. E isso passa pela cultura e pela ação social. Não basta dizer que o Evangelho “humaniza”. É preciso mostrar, com a vida concreta que isso é verdade, o que empenha a Igreja, no concreto da história e da vida das pessoas.

         A fé é vida. E sê-lo-á, na medida em que se tornar cultura. Só uma fé coerente será fonte de esperança e de empenho, aqui e agora, para que se realize, cada vez mais, o Reino de Justiça, Amor e Paz, que Jesus veio instaurar no mundo.

         Pe. Duarte Melo, bem-haja pela sua vida e ministério sacerdotal! Que o Senhor o recompense, como Ele só sabe fazer!

                                                                                              + António

                                                                                             Bispo de Angra

 

I N F O R M A Ç Õ E S

 

Os oratórios de Nossa Senhora de Fátima, distribuídos nas ruas João Francisco Cabral, Lisboa e Vila Nova, recolheram a importância de 24 €, donativo que muito agradecemos à generosidade dos seus moradores.

publicado por Ruben Amorim em:- igrejasaojose às 15:55

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PÁROCOS DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ DE PONTA DELGADA
  • 1.º - Bacharel Ascénio Gonçalves -
  • 2.º - Padre Francisco Fernandes – 1581 a
  • 3.º - Padre José da Costa Marrecos – 1635 a 1669 (34 anos)
  • 4.º - Padre Francisco da Cunha Prestes – 1670 a 1687 (17 anos)
  • 5.º - Padre Cristóvão Soares de Melo – 1692 a 1725 (33 anos)
  • 6.º - Padre Pedro Ferreira de Medeiros – 1726 a 1760 (34 anos)
  • 7.º - Padre João Francisco Tavares – 1764 a 1768 (4 anos)
  • 8.º - Padre Joaquim de França – 1790 a 1798 (8 anos)
  • 9.º - Padre Manuel José do Rego – 1800 a 1809 (9 anos)
  • 10.º - Padre Jacinto Tavares do Rego Oliveira – 1814 a 1831 (17 anos)
  • 11.º - Cónego José de Medeiros e Sousa – 1833 a 1868 (25 anos)
  • 12.º - Padre António Luciano Horta – 1868 a 1891 (23 anos)
  • 13.º - Padre Manuel Augusto Pereira – 27/9/1893 a 1932 (39 anos)
  • 14.º - Padre Adelino Francisco de Oliveira – 1932 a 1939 (7 anos)
  • 15.º - Padre Jacinto Monteiro (vacatura) – 1939
  • 16.º - Monsenhor António de Almeida Maia – 22/10/1939 a 1992 (53 anos)
  • 17.º - Padre Laudalino de Sousa Duarte Frazão – 1992 a 8/8/2000 (8 anos)
  • 18.º - Monsenhor e Cónego José Garcia – 8/8/2000 a 17/10/2010 (10 anos)
  • 19.º - Padre Dr. Duarte Manuel Espírito Santo Melo – 17/10/2010
  • COMPILAÇÃO
    Rúben Borges de Medeiros Amorim - Contacto:- ruben.amorim@sapo.pt
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