CAMPO DE SÃO FRANCISCO * PONTA DELGADA - SÃO MIGUEL - AÇORES *

22
Abr 11

 

 

PÁGINA LITÚRGICA

ANO A

Semana de 23 a 29/04/2011

 

DOMINGO DE PÁSCOA

 

Leitura IAct. 10, 34a, 37-43

Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Vós sabeis o que aconteceuem toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do baptismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando a todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele. Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez no país dos judeus e em Jerusalém; e eles mataram-n'O, suspendendo-O na cruz. Deus ressuscitou-O ao terceiro dia e permitiu-Lhe manifestar-Se, não a todo o povo, mas às testemunhas de antemão designadas por Deus, a nós que comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos. Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos mortos. É d'Ele que todos os profetas dão o seguinte testemunho: quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados».

Palavra do Senhor.

 

Salmo ResponsorialSal. 117(118), 1-2, 16ab-17, 22-23

Refrão: Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria. Repete-se

      Ou: Aleluia. Repete-se

 

Leitura IICol. 3, 1-4

Leitura da Epístola do apóstolo S. Paulo aos Colossenses

Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo Se encontra, sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristoem Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar, então também vós vos haveis de manifestar com Ele na glória.

Palavra do Senhor.

 

EvangelhoJo 20, 1-9

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. João

No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu então e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo que Jesus amava e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: viu e acreditou. Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.

Palavra da Salvação.

 

NOTA EXPLICATIVA

 DOMINGO DE PÁSCOA

 

LEITURA I

Diante de pagãos, em casa do centurião Cornélio, Pedro anuncia o que já lhes havia chegado aos ouvidos: Cristo ressuscitou! E, completando aquela «boa notícia», garantindo, com o seu testemunho pessoal, a verdade dos acontecimentos daqueles dias, o Apóstolo explica-lhes o que eles querem dizer:

– Jesus de Nazaré, homem que viveu como eles e com Quem Pedro convivera, não é um simples homem. Ungido do Espírito de Deus, tem a plenitude de Deus em Si. Ele é o Messias, o Filho de Deus, como o demonstrou pelos milagres por ele mesmo presenciados e, sobretudo pelo milagre definitivo – a Ressurreição.

Pela Ressurreição, de que Pedro é testemunha, Jesus de Nazaré é o Juiz dos vivos e dos mortos, é o Salvador de todos os homens, judeus ou pagãos.

 

LEITURA II

Pelo seu Baptismo, o cristão morreu para o pecado e ressuscitou com Cristo para uma vida nova. Desde esse momento, recebeu a missão de, à semelhança de Cristo, conduzir os homens e todas as coisas para o Pai.

Inserido nas realidades divinas, não pode alhear-se do mundo, nem ficar indiferente aos esforços dos homens relativamente à construção dum mundo de felicidade, justiça e paz.

Inserido nas realidades da terra, não pode encerrar-se no mundo, trabalhando só para fins terrenos, esquecido do destino final do homem e do mundo.

Feito nova criatura pela Ressurreição de Cristo, o cristão viverá a vida de cada dia, sem perder de vista o fim superior, para que foi criado.

 

EVANGELHO

Pedro e João, juntamente com Madalena, são as primeiras testemunhas do túmulo vazio, naquela manhã de Páscoa. Não foi, porém, muito facilmente que eles chegaram à conclusão de que Jesus estava vivo. A sua fé será progressiva, caminhará entre incredulidade e dúvidas. Só perante as ligaduras e o lençol, cuidadosamente dobrados, o que excluía a hipótese de roubo, se lhes começam a abrir os olhos para a realidade.

No seu amor intuitivo, João é o primeiro a compreender os sinais da Ressurreição. Mas bem depressa Pedro, que, não por acaso mas intencionalmente, ocupa o primeiro lugar e nos aparece já nesta manhã como Chefe do Colégio Apostólico, descobre a verdade, anunciada tão claramente pela Escritura e pelo mesmo Jesus. Depois, em contacto pessoal com o Ressuscitado, a sua fé tornar-se-á firme como «rocha» inabalável.

 

publicado por Ruben Amorim em:- igrejasaojose às 18:57

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PÁROCOS DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ DE PONTA DELGADA
  • 1.º - Bacharel Ascénio Gonçalves -
  • 2.º - Padre Francisco Fernandes – 1581 a
  • 3.º - Padre José da Costa Marrecos – 1635 a 1669 (34 anos)
  • 4.º - Padre Francisco da Cunha Prestes – 1670 a 1687 (17 anos)
  • 5.º - Padre Cristóvão Soares de Melo – 1692 a 1725 (33 anos)
  • 6.º - Padre Pedro Ferreira de Medeiros – 1726 a 1760 (34 anos)
  • 7.º - Padre João Francisco Tavares – 1764 a 1768 (4 anos)
  • 8.º - Padre Joaquim de França – 1790 a 1798 (8 anos)
  • 9.º - Padre Manuel José do Rego – 1800 a 1809 (9 anos)
  • 10.º - Padre Jacinto Tavares do Rego Oliveira – 1814 a 1831 (17 anos)
  • 11.º - Cónego José de Medeiros e Sousa – 1833 a 1868 (25 anos)
  • 12.º - Padre António Luciano Horta – 1868 a 1891 (23 anos)
  • 13.º - Padre Manuel Augusto Pereira – 27/9/1893 a 1932 (39 anos)
  • 14.º - Padre Adelino Francisco de Oliveira – 1932 a 1939 (7 anos)
  • 15.º - Padre Jacinto Monteiro (vacatura) – 1939
  • 16.º - Monsenhor António de Almeida Maia – 22/10/1939 a 1992 (53 anos)
  • 17.º - Padre Laudalino de Sousa Duarte Frazão – 1992 a 8/8/2000 (8 anos)
  • 18.º - Monsenhor e Cónego José Garcia – 8/8/2000 a 17/10/2010 (10 anos)
  • 19.º - Padre Dr. Duarte Manuel Espírito Santo Melo – 17/10/2010
  • COMPILAÇÃO
    Rúben Borges de Medeiros Amorim - Contacto:- ruben.amorim@sapo.pt
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