CAMPO DE SÃO FRANCISCO * PONTA DELGADA - SÃO MIGUEL - AÇORES *

21
Mar 13

 

 

PÁGINA LITÚRGICA

ANO LITÚRGICO C

ANO III - Semana de 09 a 15/03/2013

DOMINGO IV DA QUARESMA

 

LEITURA I - Jos 5, 9a.10-12

Leitura do Livro de Josué

Naqueles dias, disse o Senhor a Josué: «Hoje tirei de vós o opróbrio do Egito». Os filhos de Israel acamparam em Gálgala e celebraram a Páscoa, no dia catorze do mês, à tarde, na planície de Jericó. No dia seguinte à Páscoa, comeram dos frutos da terra: pães ázimos e espigas assadas nesse mesmo dia. Quando começaram a comer dos frutos da terra, no dia seguinte à Páscoa, cessou o maná. Os filhos de Israel não voltaram a ter o maná, mas, naquele ano, já se alimentaram dos frutos da terra de Canaã.

Palavra do Senhor.

 

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 33 (34), 2-3.4-5.6-7 (R. 9a)

Refrão: Saboreai e vede como o Senhor é bom. Repete-se

 

LEITURA II - 2 Cor 5, 17-21

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios

Irmãos: Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. As coisas antigas passaram; tudo foi renovado. Tudo isto vem de Deus, que por Cristo nos reconciliou consigo e nos confiou o ministério da reconciliação. Na verdade, é Deus que em Cristo reconcilia o mundo consigo, não levando em conta as faltas dos homens e confiando-nos a palavra da reconciliação. Nós somos, portanto, embaixadores de Cristo; é Deus quem vos exorta por nosso intermédio. Nós vos pedimos em nome de Cristo: reconciliai-vos com Deus. A Cristo, que não conhecera o pecado, Deus identificou-O com o pecado por causa de nós, para que em Cristo nos tornemos justiça de Deus.

Palavra do Senhor.

 

 

EVANGELHO - Lc 15, 1-3.11-32

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela região e ele começou a passar privações. Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores’. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos servos: ‘Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. E começou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: ‘O teu irmão voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou são e salvo’. Ele ficou ressentido e não queria entrar. Então o pai veio cá fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de má vida, mataste-lhe o vitelo gordo’. Disse-lhe o pai: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’».

Palavra da salvação.

 

NOTA EXPLICATIVA

DOMINGO IV DA QUARESMA

 LEITURA I

Tendo entrado na terra prometida, o povo de Deus celebra a Páscoa

Mais um passo na história da salvação nos é apresentado na primeira leitura deste Quarto Domingo: depois da travessia do deserto, guiado por Moisés (domingo anterior), o povo de Deus entra na Terra Prometida e celebra a Páscoa. É também esta a perspectiva do tempo litúrgico em que nós entrámos: depois dos 40 dias do deserto quaresmal, celebraremos o mistério da Páscoa, na Terra Santa da Igreja de Cristo. O maná, a comida do deserto, cessou de cair, quando o povo de Deus chegou à Terra Prometida, e lá pôde, finalmente, alimentar-se dos frutos daquela nova Terra. Também a Igreja, depois do jejum da Quaresma, comerá da Ceia do Senhor, na Eucaristia da Páscoa. Não se trata apenas de uma comparação, mas de um mistério que todos os anos se renova no meio de nós.

LEITURA II

Por Cristo, Deus reconciliou-nos consigo

 A Páscoa celebra o mistério da aliança que Deus fez com os homens, e, porque o homem é pecador, esse mistério é também de reconciliação. Pelo sacrifício de Jesus Cristo, todos os homens são tornados nova criação, uma vez que são reconciliados com Deus, que é o Criador de todas as coisas. Este mistério de reconciliação, realizado, de uma vez para sempre, por Cristo, é-nos agora acessível através da Igreja. A nós pertence, pois, aceitá-lo e deixar-nos reconciliar, cada um de nós, com Deus, por Cristo, por meio da Igreja. O Sacramento da Penitência é o sinal sagrado desta reconciliação. Por meio dele seremos, na Páscoa, novas criaturas.

EVANGELHO

«Este teu irmão estava morto e voltou à vida»

Na parábola do filho pródigo está expresso todo o itinerário do pecador, que, pela penitência, regressa à comunhão com Deus. Da morte à vida; é precisamente este o movimento de todo o Mistério Pascal. A parábola põe em relevo sobretudo o amor, paciente e sempre acolhedor, do Pai, de Deus nosso Pai. Por isso, a esta parábola melhor se poderia chamar a parábola do Pai misericordioso.

 

INFORMAÇÕES

 

► Campanha de Alimentos - Nos dias 16 e 17 de março a recolha é do AÇUCAR e CAFÉ.

► Todas as sextas-feiras da quaresma pelas 17:45 horas celebra-se a Via-sacra.

► No próximo dia 12 de março no nosso Salão Paroquial entre as 19:30 e as 21 horas, uma Formação de Acólitos.

► No dia 17 (5.º Domingo da Quaresma), celebra-se na nossa Paróquia e na Eucaristia das 11 horas, a celebração da Unção dos Doentes.

► No dia 19 (terça-feira), celebra-se a festa do nosso padroeiro São José, pelo que haverá desde as 8 até às 18:30 horas na nossa igreja, a exposição do Santíssimo Sacramento, seguindo-se a celebração Eucarística.

► No próximo dia 20 pelas 20 horas, na nossa igreja realiza-se a celebração comunitária da Penitência.

► Também no dia 20, no Salão Paroquial e a partir das 14 horas, o Centro Paroquial de S. José, irá realizar um convívio com a presença de todas as suas valências bem como também com as famílias apoiadas pelo projeto S. Lucas, para assinalar o dia de S. José assim como a Primavera.

► O ATL do Centro Paroquial de S. José, realiza nos dias uteis entre 25 do corrente e 5 de abril um programa especial de ocupação das suas crianças e jovens, durante as férias da Páscoa.

► No dia 26 do corrente pelas 19 horas, celebra-se na Matriz desta cidade a Missa Crismal, pelo que não haverá na nossa igreja a Eucaristia das 18:30 horas.

► O dia 8 de março (Dia Internacional da Mulher) foi assinalado no Centro de Convívio pelo Plano de S. Lucas, com a confeção e oferta de chocolates às idosas.

► Dos oratórios de Nossa Senhora de Fátima, distribuídos na rua José Bensaúde, Lar Luís Soares de Sousa e rua Teófilo Braga, recebemos o montante de 67 €.

►Donativo anónimo de ajuda para as obras da igreja 10 €.

► Referente ao Culto 695 €.

publicado por Ruben Amorim em:- igrejasaojose às 19:53

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PÁROCOS DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ DE PONTA DELGADA
  • 1.º - Bacharel Ascénio Gonçalves -
  • 2.º - Padre Francisco Fernandes – 1581 a
  • 3.º - Padre José da Costa Marrecos – 1635 a 1669 (34 anos)
  • 4.º - Padre Francisco da Cunha Prestes – 1670 a 1687 (17 anos)
  • 5.º - Padre Cristóvão Soares de Melo – 1692 a 1725 (33 anos)
  • 6.º - Padre Pedro Ferreira de Medeiros – 1726 a 1760 (34 anos)
  • 7.º - Padre João Francisco Tavares – 1764 a 1768 (4 anos)
  • 8.º - Padre Joaquim de França – 1790 a 1798 (8 anos)
  • 9.º - Padre Manuel José do Rego – 1800 a 1809 (9 anos)
  • 10.º - Padre Jacinto Tavares do Rego Oliveira – 1814 a 1831 (17 anos)
  • 11.º - Cónego José de Medeiros e Sousa – 1833 a 1868 (25 anos)
  • 12.º - Padre António Luciano Horta – 1868 a 1891 (23 anos)
  • 13.º - Padre Manuel Augusto Pereira – 27/9/1893 a 1932 (39 anos)
  • 14.º - Padre Adelino Francisco de Oliveira – 1932 a 1939 (7 anos)
  • 15.º - Padre Jacinto Monteiro (vacatura) – 1939
  • 16.º - Monsenhor António de Almeida Maia – 22/10/1939 a 1992 (53 anos)
  • 17.º - Padre Laudalino de Sousa Duarte Frazão – 1992 a 8/8/2000 (8 anos)
  • 18.º - Monsenhor e Cónego José Garcia – 8/8/2000 a 17/10/2010 (10 anos)
  • 19.º - Padre Dr. Duarte Manuel Espírito Santo Melo – 17/10/2010
  • COMPILAÇÃO
    Rúben Borges de Medeiros Amorim - Contacto:- ruben.amorim@sapo.pt
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