CAMPO DE SÃO FRANCISCO * PONTA DELGADA - SÃO MIGUEL - AÇORES *

09
Set 11

 

 

PÁGINA LITÚRGICA

ANO LITÚRGICO A

Semana de 10 a 16/09/2011

DOMINGO XXIV DO TEMPO COMUM

 

LEITURA I - Sir 27, 33 – 28, 9

Leitura do Livro de Ben-Sirá

O rancor e a ira são coisas detestáveis, e o pecador é mestre nelas. Quem se vinga sofrerá a vingança do Senhor, que pedirá minuciosa conta de seus pecados. Perdoa a ofensa do teu próximo e, quando o pedires, as tuas ofensas serão perdoadas. Um homem guarda rancor contra outro e pede a Deus que o cure? Não tem compaixão do seu semelhante e pede perdão para os seus próprios pecados? Se ele, que é um ser de carne, guarda rancor, quem lhe alcançará o perdão das suas faltas? Lembra-te do teu fim e deixa de ter ódio; pensa na corrupção e na morte, e guarda os mandamentos. Recorda os mandamentos e não tenhas rancor ao próximo; pensa na aliança do Altíssimo e não repares nas ofensas que te fazem.

Palavra do Senhor.

 

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 102 (103), 1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8)

Refrão: O Senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade. Repete-se

 

LEITURA II - Rom 14, 7-9

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos

Irmãos: Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor. Portanto, quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor. Na verdade, Cristo morreu e ressuscitou para ser o Senhor dos vivos e dos mortos.

Palavra do Senhor.

 

 

EVANGELHO - Mt 18, 21-35

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: ‘Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei’. Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: ‘Paga o que me deves’. Então o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e pagar-te-ei’. Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: ‘Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque mo pediste. Não devias, também tu, compadecer-te do teu ompanheiro, como eu tive compaixão de ti?’. E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração».

Palavra da salvação.

 

NOTA EXPLICATIVA

DOMINGO XXIV DO TEMPO COMUM
  

LEITURA I

«Perdoa a ofensa do teu próximo e quando pedires, as tuas faltas serão perdoadas»

A vingança pode ser uma tendência instintiva natural, fruto de uma natureza ainda não suficientemente dominada e educada. Mas, a compreensão das faltas dos outros e o perdão são atitudes fundamentais para o coração de quem olha para os outros como gostaria que Deus olhasse para si. Mesmo já no Antigo Testamento, os homens de Deus assim pensavam.

LEITURA II

«Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor»

É preciso viver, tendo sempre o sentido de Deus em toda a nossa vida. Só assim a vida e a morte têm sentido e nos enchem de paz e de alegria.

EVANGELHO

«Não te digo que perdoes até sete vezes, mas até setenta vezes sete»

O perdão das ofensas é atitude fundamental para o discípulo de Cristo. Este perdão não tem limites, vai até ao que se possa imaginar. O número sete tem uma certa ideia de plenitude, de totalidade. Mas Jesus, para indicar que o perdão deve ser sem limites, ainda o multiplica por setenta, setenta vezes sete, isto , sempre.

 

I N F O R M A Ç Õ E S

 

► Dia 21 (quarta-feira) e pelas 20:00 horas, reunião na nossa igreja do Pároco com todas as catequistas.

Dia 22 (quinta-feira) e com início pelas 20:30 horas, realiza-se no Centro Pastoral Pio XII, uma reunião do Conselho Pastoral da Ouvidoria de Ponta Delgada, na qual estará presente o nosso Pároco e que se fará acompanhar de dois elementos do Conselho Pastoral da nossa paróquia.

Dia 28 (quarta-feira) pelas 20:00 horas, realiza-se uma reunião do Conselho Pastoral de São José, estando desde já convocados para a mesma, todos os elementos que o compõem.

Recordamos que todos os Grupos e Movimentos da Paróquia, se devem reunir antes da realização do agendado Conselho, para o prepararem de acordo com o programa “PASTORAL DA DIOCESE”, já divulgado.

► Durante o passado mês de Agosto, o oratório de Nossa Senhora de Fátima da rua Teófilo Braga, recolheu a importância de 23 €, valor que irá reverter em auxílio às obras (muito carecidas) que se vão realizar na nossa igreja, nomeadamente coberturas e janelas.

► Agradecemos a generosidade do Sr. Eng.º Cunha da firma “MADIÇOR”, pela reabilitação do Centro de Convívio de Idosos, da nossa paróquia.

publicado por Ruben Amorim em:- igrejasaojose às 15:02

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PÁROCOS DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ DE PONTA DELGADA
  • 1.º - Bacharel Ascénio Gonçalves -
  • 2.º - Padre Francisco Fernandes – 1581 a
  • 3.º - Padre José da Costa Marrecos – 1635 a 1669 (34 anos)
  • 4.º - Padre Francisco da Cunha Prestes – 1670 a 1687 (17 anos)
  • 5.º - Padre Cristóvão Soares de Melo – 1692 a 1725 (33 anos)
  • 6.º - Padre Pedro Ferreira de Medeiros – 1726 a 1760 (34 anos)
  • 7.º - Padre João Francisco Tavares – 1764 a 1768 (4 anos)
  • 8.º - Padre Joaquim de França – 1790 a 1798 (8 anos)
  • 9.º - Padre Manuel José do Rego – 1800 a 1809 (9 anos)
  • 10.º - Padre Jacinto Tavares do Rego Oliveira – 1814 a 1831 (17 anos)
  • 11.º - Cónego José de Medeiros e Sousa – 1833 a 1868 (25 anos)
  • 12.º - Padre António Luciano Horta – 1868 a 1891 (23 anos)
  • 13.º - Padre Manuel Augusto Pereira – 27/9/1893 a 1932 (39 anos)
  • 14.º - Padre Adelino Francisco de Oliveira – 1932 a 1939 (7 anos)
  • 15.º - Padre Jacinto Monteiro (vacatura) – 1939
  • 16.º - Monsenhor António de Almeida Maia – 22/10/1939 a 1992 (53 anos)
  • 17.º - Padre Laudalino de Sousa Duarte Frazão – 1992 a 8/8/2000 (8 anos)
  • 18.º - Monsenhor e Cónego José Garcia – 8/8/2000 a 17/10/2010 (10 anos)
  • 19.º - Padre Dr. Duarte Manuel Espírito Santo Melo – 17/10/2010
  • COMPILAÇÃO
    Rúben Borges de Medeiros Amorim - Contacto:- ruben.amorim@sapo.pt
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